© Bispo Josimar Magalhães de Brito ®

Translate this Page

Rating: 2.2/5 (80 votos)




ONLINE
1





Partilhe este Site...

Velocidade Internet

 
Pensamentos

Semear a Boa Semente e a Fidelidade em DEUS.

Charles Chaplin:“Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e viver com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve e a vida é muito bela para ser insignificante. Não preciso me drogar para ser um gênio; Não preciso ser um gênio para ser humano; Mas preciso do seu sorriso para ser feliz. ”
 
William Shakespeare: "Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar. " 

FAZER MISSÕES É ANDAR NO LIMITE. E  O  LIMITE DE DEUS  É  OS  CONFINS DA TERRA.

 

 

"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)

 

 

"O SENHOR é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele." (Naum 1:7)

Lema: Amor, Misericórdia e Justiça. Amar é Nossa Missão e Perdoar Nossa Obrigação.
Nosso produto é, a Esperança e a Fé, em Levar a Você, a Mensagem que o Senhor nos confiou!
"Agradeço a Deus pela sua vida que tem feito a diferença neste mundo sedento do Senhor Jesus Cristo que é o socorro bem presente em nossas vidas. Sabemos da importância da Palavra na transformação de vidas. Amar é nossa Missão e Perdoar nossa obrigação. Nossa Meta é, Semear a Boa Semente e a Fidelidade em DEUS."
(Josimar Magalhães de Brito)
Amor sem Medida, Resgate de Almas.

 


Mal de Alzheimer
Mal de Alzheimer

7 sinais de alerta para detecção do mal de Alzheim 

Ficheiro:Cerebro corte frontal Alzheimer.jpg

1 –O Idoso está fazendo a mesma pergunta várias vezes.

2 – Repetindo a mesma história, palavra por palavra, várias vezes.
3 – Esquecendo-se como cozinhar, ou como fazer coisas que fazia rotineiramente com facilidade e regularidade.
4 – Perder a habilidade para pagar contas ou lidar com cálculos simples
5 – Ficar perdido dentro da própria casa ou em outro ambiente que lhe seja familiar
6 – Esquecer de tomar banho e usar a mesma roupa e por vezes insistir que a roupa está limpa
7 – Entregar a outra pessoa (marido, esposa ou parente com quem conviva) decisões importantes que antes eram tomadas por ela

Mal de Alzheimer 

Mal de Alzheimer

17-07-2011 06:23 Alzheimer
Aviso médico
Classificação e recursos externos

O Mal de Alzheimer foi descrito pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer

CID-10 G30., F00.
CID-9 331.0, 290.1
OMIM 104300
DiseasesDB 490
MedlinePlus 000760

Nota: Este artigo é sobre a doença. Para o médico que deu o nome a doença, veja Alois Alzheimer.

O Mal de Alzheimer, Doença de Alzheimer (DA) ou simplesmente Alzheimer é umadoença degenerativa atualmente incurável mas que possui tratamento. O tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família. Foi descrita, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal causa de demência em pessoas com mais de 60 anos no Brasil e em Portugal, sendo mais de duas vezes mais comum que a demência vascular, sendo que em 15% dos casos ocorrem simultaneamente.
[1] Atinge 1% dos idosos entre 65 e 70 anos mas sua prevalência aumenta exponencialmente com os anos sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos.
[2]Índice

1 Prevalência

2 Sintomas

2.1 Primeira fase dos sintomas
2.2 Segunda fase (demência inicial)
2.3 Terceira fase
2.4 Quarta fase (terminal)

3 Histopatologia

4 Fisiopatologia

5 Evolução

6 Prevenção

7 Tratamento
7.1 Medicamentos psiquiátricos
7.2 Novos medicamentos
7.3 Cuidadores

8 Ver também

9 Referências

10 Ligações externas

 

Prevalência

No mundo o número de portadores de Alzheimer é cerca de 25 milhões, com cerca de 1 milhão de casos no Brasil[3] e cerca de 100 mil em Portugal.

[4]Existe uma relação inversamente proporcional entre a prevalência de demência e a escolaridade. Nos indivíduos com oito anos ou mais de escolaridade a prevalência é de 3,5%, enquanto que nos analfabetos é de 12,2%.

 

[5]Sintomas

As áreas mais afetadas são as associadas a memória, aprendizagem e coordenação motora
Cada paciente de Alzheimer sofre a doença de forma única, mas existem pontos em comum, por exemplo, o sintoma primário mais comum é a perda de memória. Muitas vezes os primeiros sintomas são confundidos com problemas de idade ou de estresse. Quando a suspeita recai sobre o Mal de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos e radiológicos. Com o avançar da doença vão aparecendo novos sintomas como confusão mental, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade. Antes de se tornar totalmente aparente o Mal de Alzheimer vai-se desenvolvendo por um período indeterminado de tempo e pode manter-se não diagnosticado e assintomático durante anos.

[6]A evolução da doença está dividida em quatro fases.

 

Primeira fase dos sintomas

Os primeiros sintomas são muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento natural ou com o estresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar muitas deficiências cognitivas até oito anos antes de se poder diagnosticar o Mal de Alzheimer por inteiro. O sintoma primário mais notável é a perda de memória de curto prazo (dificuldade em lembrar factos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar atenção a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode começar a perder a sua memória semântica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum. É também notada uma certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe onde está nem em que ano está, em que mês ou que dia. Quanto mais cedo os sintomas forem percebidos e o tratamento mais eficaz é o tratamento e melhor o prognóstico.

 

Segunda fase (demência inicial)

Com o passar dos anos, conforme os neurônios morrem e a quantidade de neurotransmissores diminuem, aumenta a dificuldade em reconhecer e identificar objectos (agnosia) e na execução de movimentos (apraxia).

A memória do paciente não é afetada toda da mesma maneira. As memórias mais antigas, a memória semântica e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afectadas como a memória a curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminuição do vocabulário e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias básicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordenação.

 

Terceira fase

A degeneração progressiva dificulta a independência. A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias. Durante essa fase, os problemas de memória pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento vão-se agravando. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência à caridade. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilusões e outros sintomas relacionados. Incontinência urinária pode aparecer.

 

Quarta fase (terminal)

Durante a última fase do Mal de Alzheimer, o paciente está completamente dependente das pessoas que tomam conta dele. A linguagem está agora reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).

 

Mal de Alzheimer :
Alzheimer Aviso médico Classificação e recursos externos
O Mal de Alzheimer foi descrito pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer
CID-10G30., F00.CID-9331.0, 90.1OMIM104300DiseasesDB490MedlinePlus0007

Por uma vida mais saudável, Josimar Magalhães de Brito

 

topo